sábado, 9 de janeiro de 2010

As doze pedras comemorativas



Josué 4.1-7

"Sucedou pois que acabando todo povo de passar os Jordão, falou o Senhor a Josué dizendo: Tomai do povo doze homens, de cada tribo um homem, e mandai-lhes, dizendo: Tomai daqui do meio do Jordão do lugar do assento dos pés dos sacerdotes doze pedras; e levai-as convosco à outra banda e depositai-as no alojamento em que haveis de passar esta noite.
Chamou pois Josué os doze homens que escolhera dos filhos de Israel, de cada tribo um homem, e disse-lhes: Passai diante da arca do Senhor vosso Deus ao meio do Jordão; e levante cada um uma pedra sobre seu ombro segundo o número das tribos dos filhos de Israel para que isto seja por sinal entre vós; e quando seus fllhos no futuro perguntarem dizendo: que vos significam estas pedras, então lhes direi que as águas do Jordão se separaram diante da arca do concerto do Senhor; passando ela pelo Jordão, separaram-se as águas do Jordão assim que essas pedras serão para sempre por memorial aos filhos de Israel. [..]"

A visão de um líder cristão é a visão de um Deus que nunca perdeu uma batalha, e que em meio a tantos laços, sempre nos mostra o caminho certo a seguir.
Josué: 'Jeová é a sua ajuda, ou Jeová, o Salvador.' Filho de Num da tribo de Efraim e sucessor de Moisés como líder de Israel.
Quando o Israel de Deus passaram e atravessaram o Jordão, ninguém ainda tinha visto uma presença tamanha do agir de Deus. Todos os que passaram pelo mar vermelho já tinha morrido, agora alí estavam seus filhos, ou até mesmo netos. Quando medito na travessia deste jordão lembro-me de uma palavra forte: Testemunho!
A fé dos filhos dos exilados não se acabara por causa do testemunho que seus pais deram e tenho certeza que aumentou ainda mais quando eles não passaram mais a ouvir a história da travessia do mar, mas também quando viram mais uma vez o milagre. Como dizia Jó, não conhecia de ouvir falar, mas agora O conhecia de vê-lo. 

Infelismente, nós humanos, temos uma grande fraqueza, de primeiro vermos para que venhamos acreditar ou nosso crédito ser ainda maior; mas João nos alerta que Cristo nos ensina: 'bem aventurado aqueles que não viram (ou não vêem) mas creram (ou crêem).' 
Após a abertura daquelas águas tenho certeza que o Israel ficou ainda mais preparado e convicto para vencer todas as batalhas. Todas as vezes que um mar se abre na sua vida meu amado, você fica mais forte! Sempre o cristão está pronto para batalhar, até porque o mar sempre se abre para nós.
Josué tinha visão de líder, tinha visão de Deus, pois, acima dele tinha um líder maior. Quantos líderes hoje temos dentro das nossas igrejas querendo estar acima do trono eterno, querendo assumir a responsabilidade de Deus. Josué seguia a voz do Senhor, Josué como líder O ouvia e era guiado por Ele.
Separou 12 homens, os mais valentes, para retirar do lugar onde os sacerdores pisavam, doze pedras. Vemos que Deus separou 12 homens pois significavam as doze tribos de Israel, e pediu 12 pedras do lugar onde os sacerdotes pisavam. Mas por que seria 12 pedras onde os sacerdotes pisavam?
Os sacerdotes levavam a arca, eles eram puros e santos, totalmente renunciados para outras atividades, se alguém impuro tocasse a arca morreria; com certeza onde os sacerdotes pisava alí estava puro. Será que hoje podemos ver os sacerdotes neste estado? Onde ele pisarem está santificado, está limpo, está mudado? Pelo contrário, nossa terra tem sido assolada e está quase que impossível levarmos essas 'pedras' como lembrança de vitória. As pedras de hoje tem-se mergulhado em lama. Não podemos nem vê-las mais.
Só quero mostrar a vocês que as doze pedras simbolizavam o poder de Deus. O jordão abriu-se perante o poder do Senhor manifesto na arca. Hoje essa arca simboliza nossos corações. Muitas vezes nao vemos poder e glória por não existir em nós a santificação.
Muitos sacerdotes hoje tem mostrado suas emoções para as igrejas e até conseguem convence-las durante as suas pregações, mas não possuem a vida para movimenta-las, ou seja, tirar a igreja de uma vida monótona e transformar radicalmente o conformismo, ao ponto delas se ergueram e não sobrecarregarem suas vidas cativas de pecado. Isto tem sido gerado e tem andado e pelo meio de nosso geração movendo-as. Estamos levantando essa geração somente com uma alma feita, mas o espírito está morto. O pior é que multiplica-se! Seus filhos, netos e bisnetos são levados nos mesmo caminho, pois, para onde vamos como cristãos, levamos pedras e deixamos para todos verem o milagre do Senhor em nós. As pedras que os sacerdotes de hoje tem deixado são pedras de tropeço, o triste será naquele dia o sangue de muitos serem cobrados para cada um que dizem viver uma batalha vencida, como Israel, mas não tem discernimento para entender o motivo de levar as '12' pedras.
Pai, mãe, tio, avô, se você tem 2,5,8 filhos, subrinhos ou netos, saibam levar suas 2,5 ou 8 pedras! Mostrem a seus parentes e até mesmo seus amigos que as pedras simbolizam a Glória de Deus! Mostrem o milagre de Deus em suas vidas! A salvação é indivual! Faça a sua parte e vençam as batalhas em nome de Jesus!
Para termos forças e sabermos levantar as pedras, precisamos passar por muitas batalhas, se não conseguirmos mostrar as pedras como exemplo aos que nos rodeiam, como nos mostraremos vencedores?
Construa seu castelo com as pedras que contam suas vitórias!









M.C





















sábado, 2 de janeiro de 2010

Lançarei Fora de ti!

Texto baseado em Exôdo 33.2:
"E enviarei um anjo adiante de ti, e lançarei fora os cananeus, e os amorreus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus, e os jebuseus,"
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Mas, quem eram estes?
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Cananeus: Esta designação é usada em sentido restrito, e também em sentido lato. implica ou a tribo que habitava uma particular porção da terra ao ocidente do Jordão antes da conquista, ou o povo que habitava, de uma maneira geral, todo o país de Canaã. Quanto à sua significação restrita: a região baixa da parte ocidental compreendia as planícies que ficam entre a praia do Mediterrâneo e a base dos montes de Benjamim, de Judá, e de Efraim, a planície de Filístia do sul, e de Sarom entre Jafa e o Carmelo, a grande planície de Esdrelom, junto à baía de Aca, a planície da Fenícia, contendo Tiro, Sidom, e todas as outras cidades daquela nação, e finalmente, o vale do Jordão, que se estendia desde o mar de Genesaré até ao sul do mar Morto, cerca de cento e noventa quilômetros de comprimento, por treze a vinte e dois quilômetros de largura. A tribo cananéia habitava a costa desde Sidom até Gaza, e dali até à extremidade sul do mar Morto (Gn 10.18,19). os carros, que constituíam uma parte importantíssima dos seus exércitos (Js 17.16 e Jz 1.19 e 4.3), em nenhuma parte podiam ser conduzidos a não ser nas planícies. Eram estes terrenos planos a parte mais rica do país. Na sua significação mais ampla, o termo ‘cananeus’ incluía todos os habitantes não israelitas da terra, antes da conquista.
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Amorreus: Habitantes das montanhas, serranos. os amorreus ocupavam um lugar importante entre os povos que possuíam a terra de Canaã antes de ser conquistada pelos israelitas. Parece que, primeiramente, fizeram parte da grande confederação dos descendentes de Canaã (Gn 10.16). Mas no espaço que decorreu entre a ida de Jacó para o Egito e o Êxodo eles tinham-se separado dos cananeus, estabelecendo-se fortemente em Jerusalém, Hebrom, e outros lugares importantes ao sul da Palestina - também atravessaram o Jordão, e fundaram os reinos, governados por Seom e ogue (*veja Am 2.9,10). Seom recusou aos israelitas passagem pelo seu território, e saiu a combatê-los - mas foi o seu exército derrotado inteiramente (Nm 21 - Dt 2). Mais tarde, encontramos os cinco chefes ou reis dos amorreus disputando a Josué o território ao ocidente do rio Jordão (Js 10). o povo amorreu mostrou sempre ser gente audaciosa, revelando caráter de guerreiros montanheses. Nada se sabe da sua história depois da conquista de Canaã pelos israelitas.
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Heteus: Eram os descendentes de Hete, filho de Canaã. Até há poucos anos pouco se sabia a respeito dos heteus. Alguns críticos, afirmando que os heteus não eram mais que uma pequena raça de pouca importância, falavam deste povo como querendo negar o caráter histórico de 2 Rs 7.6: ‘Eis que o rei de israel alugou contra nós os reis dos heteus e os reis dos egípcios, para virem contra nós.’ Mas as descobertas que se têm feito justificam amplamente a narrativa bíblica. Sabe-se já que os heteus constituíam um poder notável. Não muitos séculos antes do tempo do profeta Eliseu tinham disputado o império da Ásia ocidental aos egípcios - e, ainda que o seu poder havia declinado nos dias de Jorão, eram eles ainda formidáveis inimigos e úteis aliados, podendo comparar-se o seu domínio com o dividido reino do Egito, sendo o seu reino mais poderoso que o de Judá. Depois disto é que se não fala mais deste povo no A.T. Ele tinha chegado ao auge da grandeza, quando não estava ainda fundada a monarquia de israel, ou mesmo antes de terem os israelitas conquistado a terra de Canaã. os heteus, a cujos príncipes e cidades se referem os posteriores livros históricos do A.T., estavam estabelecidos ao norte, sendo Hamate e Cades nas margens do orontes os pontos mais meridionais. Mas o Gênesis fala de outros heteus (Gn 15.20). Abraão comprou a um heteu a cova de Macpela (Gn 23.10), e as duas mulheres de Esaú eram ambas daquele povo (Gn 26.34). Deve ser a estes heteus do sul que se refere a lista de Gn 10.15, e só assim se pode explicar a passagem de Ez 16.3,45, que ‘o pai’ de Jerusalém ‘era amorreu’, e a sua ‘mãe hetéia’. o profeta atribui a fundação de Jerusalém aos amorreus e aos heteus. Por conseqüência, os jebuseus, de cujas mãos a cidade foi arrancada por Davi, devem ter pertencido a uma ou a outra destas duas grandes raças, provavelmente a ambas, porque as duas nações estavam estreitamente entrelaçadas. os heteus eram um povo feio, de pele amarela, estando as suas feições mongólicas fielmente reproduzidas nos seus próprios monumentos e nos do Egito. os seus olhos eram escuros, e tinham o cabelo preto formado em rabichos. Eram pessoas acaçapadas e fortes, ao contrário dos amorreus, que eram altos e de boa presença, com olhos azuis e cabelo louro. A colônia dos heteus na Palestina limitava-se a um pequeno distrito, nas montanhas de Judá: a sua força nacional existia bem longe, ao norte. o povo dos amorreus era mais antigo, e foi entre uma parte deste que se estabeleceram os heteus, unindo-se com aqueles por casamentos recíprocos - mas não se sabe em que tempo foi isso Fora das narrações bíblicas, tudo o que se conhece deste misterioso império dos heteus é fruto das investigações feitas nos monumentos do Egito e da Assíria, e dos estudos das inscrições encontradas nas ruínas da Ásia Menor, o centro do seu poder setentrional. Sabemos pelas tabuinhas de Tel el Amarna que, estando o Egito enfraquecido, se apoderaram os heteus gradualmente dos seus postos avançados, até que, por fim, se acharam na fronteira setentrional da Palestina, sendo então o seu poder igual ao dos egípcios, que afinal foram obrigados a ceder aos heteus a Síria do norte. E assim, das suas primitivas habitações eles se foram estendendo, para o oriente, até ao rio Eufrates, em cujas margens estava Carquemis, a sua capital, e, para o ocidente, até ao mar Egeu, sendo a Capadócia o seu limite ao norte, e ao sul as tribos de Canaã. Pelo século 12 a.C. eram ainda os heteus suficientemente fortes, para conterem os avanços dos reis assírios. Mas a esse tempo já não era um só o seu imperante. Depois, por mais de 200 anos, são silenciosas as inscrições. E é neste período de tempo que se forma o reino esplendoroso de Davi e de Salomão, aparecendo depois da separação das dez tribos de israel o poder de Damasco. os heteus conservaram Carquemis, até que esta cidade foi conquistada por Sargom, imperador da Assíria, em 717 a.C. A principal divindade dos heteus era a Terra, ou a ‘Grande Mãe’, apresentando cada cidade ou Estado uma forma especial daquela deusa.
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Perizeus: hebraico - aldeões: Que ou quem é natural de aldeia ou nela reside habitualmente. Provavelmente politeístas. No sentido fig. eram Grosseiros, rústicos.
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Heveus: (descendentes dos cananeus, Gn 10.17) acham-se especialmente associados com os amorreus. Eles representam uma população mista de amorreus e cananeus, a qual vivia na vizinhança da grande fortaleza dos amorreus. (*veja Amorreus.) Segundo se lê em Josué (11.3), o povo heveu existia ao pé de Hermom: ‘habitavam nas montanhas do Líbano, desde o monte de Baal-Hermom, até à entrada de Hamate’ (Jz 3.3). Há mais referências a este povo, como vivendo mais ao sul, em Gibeom (Js 9.7), e em Siquém (Gn 34.2), tendo também o nome de amorreusem outras passagens (2 Sm 21.2 - Gn 48.22). Podem, portanto, ser considerados predominantemente amorreus de raça, e descendentes de Canaã (Gn 10.17). Eles habitavam Siquém quando Jacó voltava a Canaã, sendo governados pelo seu príncipe Hamor (Gn 34.2) - foram vítimas dos cruéis e vingativos filhos de Jacó. os gibeonitas eram também heveus (Js 11.19). Eles tomaram dos cananeus o costume de fazerem as suas reuniões às portas das cidades. Eram um povo pacífico quanto à sua disposição e maneiras.
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Jebuseus: Pertencentes a Jebus. São os descendentes de Jebus, filho de Canaã, os quais colonizaram o distrito, em volta de Jerusalém, que então se chamava Jebus (Gn 10.16 - 15.21). Não se sabe se foram eles os primitivos habitantes, ou se substituíram uma raça ainda mais antiga. A primeira referência aos jebuseus foi feita pelos espias, quarenta anos antes da entrada dos israelitas na Terra Santa (Nm 13.29). Constituíam eles uma forte e vigorosa tribo, sendo disto prova o fato de conservarem o seu poder na forte cidadela de Jebus até ao tempo de Davi (2 Sm 5.6). o seu rei Adoni-Zedeque foi morto na batalha de Bete-Horom (Js 10.1,5,26). A própria fortaleza de Jebus foi posta a saque e queimada pelos homens de Judá (Jz 1.21). Todavia, estes contínuos desastres não puderam pô-los fora do seu território, visto como os achamos numa época posterior, habitando ainda as terras de Judá e Benjamim (Js 15.8,63 - Ed 9.1). A submissão de Araúna, o rei jebuseu, a Davi, apresenta-nos um quadro característico da vida dos cananeus e também dos israelitas (2 Sm 24.23 - 1 Cr 21.15). Nada se sabe a respeito da religião dos jebuseus. Somente dois membros desta tribo são mencionados pelo seu nome, e são Adoni-Zedeque (Senhor de Justiça) e Araúna.
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Será que você edentifica-se com algum desses povos? Será que sua vida tem sido amaldiçoada por adultérios espirituais? Amizades, tempo, falta de amor? Se você identica-se com alguns desses povos Amaldiçoados por Deus prepare-se para uma grande mudança. Quem é escolhido nao pode correr, ou anda nos passos do mestre, ou anda em passos largos por caminhos tortos. Vamos procurar em 2010 ser diferentes, mas realmente diferentes, 'quanto mais as horas passam, mas o dia da vitória se aproxima', Jesus está voltando! A mínima coisa que devemos procurar é a santificação. Procure a santificação em Cristo, renuncie suas vontades, atitudes, rancores e mágoas e determine que a partir de hoje todos esse "povos" que faziam parte da sua vida está amaldiçoado por Deus, pois, agora a ti está entregue a Terra Prometida a Grande Canaã, Terra BOA, mana leite e mel, é produtiva e jamais haverá fome ou sede porque todos que habitam alí são escolhidos e escolheram está lá. Precisamos determinar a boa obra e deixa Ele terminar e realiza-la.
Deus vos abençoe!

M.C

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O andar


O livro de Efésios não apenas nos revela a Economia de Deus, o Seu plano eterno. Deus deu espírito de sabedoria e revelação para Paulo nos mostrar 5 tipos de andar: andar na Graça (Ef 4:1-3, Ef 2:1,5b-7), andar na Verdade (Ef 4:15,17), andar no Amor (Ef 5:2), andar na Luz (Ef 5:8) e andar no Espírito (Ef 5:18).



1. Andar na Graça: é receber algo de Cristo, que será capaz de nos levar a "fazer" o que Ele quer que seja feito. Andar na Graça, de maneira prática, é receber a Sua suficiência para servirmos a Ele (2Co 3:5,6; cfe. Jo 1:14,17);


2. Andar na Verdade: é ter comunhão com o Senhor através da leitura da Bíblia, é receber suprimento da Sua palavra. Dizer que cremos no Senhor, que amamos o Senhor, mas sem conhecê-Lo através da Bíblia, é além de "vaidade", mentira. Portanto, andar na verdade, de maneira prática, é ler a Bíblia (Jo 17:17);


3. Andar no Amor: é, sem dúvida, amar os irmãos. Amar a Deus que não vemos, é amar os irmãos que vemos. Quando o Senhor Jesus, em ressurreição, procurou por Pedro no mar de Tiberíades, disse a Pedro: "Tu me amas? Então apascenta..." Amar o Senhor é apascentar os santos. Logo, andar no amor é amar os irmãos de maneira prática - visitando, telefonando, se preocupando... (1 Jo 4:20);


4. Andar na Luz: é ter comunhão com os irmãos e com Deus. Quando estamos na luz, como Ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Tal comunhão nos ajuda a ter a realidade do Corpo, a sensação de que não estamos sozinhos, de que somos um. Ter comunhão é diferente de "comunicar" uma série de coisas que já decidimos fazer, mas é levar à consideração do Corpo se devemos ou não fazer. Andar na luz, portanto, é, em outras palavras, ter comunhão uns com os outros.(1Jo 1:6)


5. Andar no Espírito: é praticar as cinco ferramentas que nos ajudam a estar no espírito mesclado. Embora o apóstolo Paulo tenha mencionado um deles em Ef 5:19, é bom considerarmos que: invocar, orar-ler, falar-cantar, profetizar e ruminar, são as ferramentas práticas para permanecermos no espírito. Logo, andar no espírito é exercitarmos o espírito, invocando o nome do Senhor, orando-lendo a palavra, falando-cantando os hinos, profetizando e ruminando. (Jo 7:38).


O Espírito é maravilhoso, pois nos deu tal revelação objetiva, praticável e que é capaz de produzir uma reação positiva em nós. Ao desfrutar disto, todos nós sentimos a necessidade de andar... andar... andar... andar... e andar... praticando a graça, o amor, a verdade, a luz e o espírito (Mt 7:24).

M.C

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Levita


Muitas vezes, os ministros de louvor e músicos evangélicos são chamados de "levitas". Tal costume não é muito antigo, mas parece que já está se tornando tradição. No Novo Testamento não temos referência a ministros de louvor nem a instrumentistas na igreja. Jesus disse que o Pai procura adoradores (João 4:24). O ensino apostólico, por sua vez, incentiva todos os cristãos a prestarem culto ao Senhor, com salmos, hinos e cânticos espirituais (Ef 5:18-20; Col 3:16). 

De onde então vem o conceito de "levita"? Tomamos por empréstimo de Israel e do Velho Testamento. Originalmente, "levita" significa "descendente de Levi", que era um dos 12 filhos de Jacó. Os levitas começaram a se destacar entre as 12 tribos de Israel por ocasião do episódio do bezerro de ouro. Quando Moisés desceu do monte e viu o povo entregue à idolatria, encheu-se de ira e cobrou um posicionamento dos israelitas. Naquele momento, os descendentes de Levi se manifestaram para servirem somente ao Senhor (Êx 32:26). Daí em diante, os levitas se tornaram ministros de Deus. Dentre eles, alguns eram sacerdotes (família de Aarão) e os outros, seus auxiliares. Embora os sacerdotes fossem levitas, tornou-se habitual separar os dois grupos. Então, muitas das vezes em que se fala sobre os levitas no Velho Testamento, a referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu serviço era cuidar do tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo isso durante a viagem pelo deserto (Números capítulos 3, 4, 8, 18). 

Naquele tempo, os levitas não eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma parte musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e sacrifícios incluíssem o sentido de louvor, adoração e ações de graças. 

Muito tempo depois, Davi inseriu a música como parte integrante do culto. Afinal, ele era músico e compositor desde a sua juventude (I Sm 16:23). Então, atribuiu a alguns levitas a responsabilidade musical. Em I Crônicas (9:14-33; 23:1-32; 25:1-7), vemos diversas atribuições dos levitas. Havia então entre eles porteiros, guardas, padeiros e também cantores e instrumentistas (II Crônicas 5:13; 34:12). 

Considerando o paralelo existente entre Israel e a Igreja de Jesus Cristo, podemos até utilizar o nome "levita", embora não sejamos descendentes de Levi. Mas, se queremos assim considerar, então todos os que servem em qualquer ministério podem ser chamados "levitas". O levita é aquele que executa qualquer serviço ligado ao culto. O levita é simplesmente um servo e não alguém que esteja na igreja para ser alvo da glória humana. 

Aqueles levitas, designados por Davi para o louvor, eram liderados por Asafe, Hemã e Jedutum, e tinham a tarefa de PROFETIZAR com harpas, alaúdes e saltérios (I Crônicas 25:1). Nessa época, surgiu a maior parte dos salmos de Israel. Hoje, podemos testificar que aqueles levitas eram mesmo profetas. Por meio deles o Espírito Santo falava ao povo. Além disso, eram mestres no que realizavam (I Cro 25:7). E nós? O que somos? Se quisermos usar o nome de "levitas" precisamos nos dispor para o serviço e para caminhar em direção a um nível de qualidade excelente no ministério.


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Suquinho Gástrico






A IURD me impressiona cada dia mais. Não existem exegeses suficientes para detalhar o tamanho das suas heresias. Que Deus tenha misericórdia, tenho certeza que ainda dá tempo de um arrependimento. 

 Panfleto com o *Sangue do Cordeiro* dado a mim :( 
(Detalhe: O sangue que eles dizem ser do cordeiro é um maço de algodão com 'kisuk' de uva)
Vamos descarregar o sachê do 'Kisuk' de uva no estômago e nos livrar da gastrite divina

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